Peça questiona a relação entre memória e realidade

 

Cenas da peça (Créditos: Divulgação / Bárbara Morais)

 

Em cena, um grupo de nove amigos que se revê após 10 anos. Estão na Ilhas Galápagos, devido a um terremoto abre uma fenda na terra e divide um país inteiro em dois lados. Ou não. Talvez estejam encenando uma peça de amigos que se reencontra no arquipélago.

Mas do que tratam? Eles buscam recriar e preservar experiências individuais e coletivas de memória e esquecimento, num espaço de intersecção entre ficção e realidade. Dentre os diálogos cercados de lembranças, boas e ruins, surgem revelações, declarações, angústias, invejas e mágoas.

 

Cenas da peça (Créditos: Divulgação / Bárbara Morais)

 

A partir de um jogo vivo de memória, invenção e esquecimento, os atores recriam com o público diferentes momentos do passado, para, no presente, vivenciarem uma experiência conjunta, um novo registro coletivo de memórias, reais ou ficcionais.

Ao se defrontarem com o comportamento dos animais, traçam um paralelo com as suas próprias relações fragilizadas e percebem o quanto estão regredindo por terem deixado algo muito importante ser esquecido: o afeto.

 

Cenas da peça (Créditos: Divulgação / Bárbara Morais)

 

  • SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco (Sede Roosevelt) - Praça Roosevelt, 210 - Consolação, São Paulo
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  • 06/05/2017 a 26/06/2017
  • Sábado: 21h. Domingo: 20h. Segunda: 21h.
  • R$ 20.
  • Classificação: 14 anos.
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