Para derrubar crenças e, assim, se libertar

A atriz Clarice Niskier em "A Alma Imoral", monólogo premiado, em cartaz desde 2006 (Créditos: Leila Fugii)


É com grande delicadeza que Clarice Niskier se despe de paradigmas e crenças na peça A Alma Imoral. Adaptação para o teatro do livro homônimo, escrito pelo rabino Nilton Bonder, o monólogo acumula prêmios e já foi assistido por mais de 160 mil espectadores desde a sua estreia, em 2006. Em nova temporada no Teatro Eva Herz, a montagem celebra uma década em cartaz. Em entrevista ao site O Beijo, a atriz contou como foi essa trajetória.

"Nós nos fizemos nus a partir da dimensão que fomos tomando da morte. Nos fizemos nus, vulneráveis, vergonhosos desta condição de mortal. A partir do momento que tenho vergonha da minha mortalidade, eu me escondo." (Clarisse Niskier, leia mais...)
 

No palco, Clarice parece falar para cada um, olho no olho, para nos ajudar a fim de refletir sobre obediência e desobediência, tradição e transgressão, hipocrisia e honestidade. Em 2007, a atriz recebeu pelo papel o Prêmio Shell - RJ de Melhor Atriz. A peça recebeu também o Prêmio Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatros no mesmo ano. E em 2008, o Prêmio Qualidade Brasil São Paulo de Melhor Atriz (Drama).

  • Teatro Eva Herz - Av. Paulista (Conjunto Nacional, na Livraria Cultura), 2073 - Bela Vista, São Paulo
    (11) 3170-4059
    + Ver mapa
  • 13/01/2018 a 25/07/2018
  • Terças e quartas, às 21h
  • R$ 70,00 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada)
  • Classificação: 18 anos
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