Oficina Cultural Oswald de Andrade inaugura cinco exposições

A proposta é apresentar ao grande público o trabalho de artistas pouco conhecidos que dialogam com temas da contemporaneidade. Quatro das cinco exposições abrem dia 7 de abril, e uma delas inaugura dia 24 de abril.

 

// sete de abril //Abertura às 16h

Badaróss  apresenta  obra de Cícero Rodrigues, artista indígena pernambucano que viveu por onze anos na Cracolândia de São Paulo.

 Ex-usuário de crack em situação de rua, Cícero foi carroceiro e desde 2013 expressa sua trajetória e a história das ruas a partir da pintura e do grafite.

A mostra reúne diversos quadros do artista que formam uma única instalação, abrindo espaço para reflexões sobre drogas, desigualdade social e a situação dos moradores de rua da cidade.

Crédito:(Divulgação/Badaróss)
Crédito:(Divulgação/Badaróss)

A exposição fica até 30 de junho.

 

Desenho, fluxo e imagem o artista Paulo Penna transita pelo desenho, gravura e fotografia para falar sobre os corpos que ocupam a cidade.

São 25 trabalhos feitos em escalas proporcionais a uma pessoa, criados em diversos suportes e misturam-se às figuras presentes na cidade, como prédios e árvores.

Crédito:(Divulgação/Desenho, fluxo e imagem)

 

 

Eu, Josephine a artista visual Ana Clara Joly propõe em uma reflexão sobre papéis de gênero a partir de uma comparação história entre a mulher contemporânea e a mulher do século XIX.

Com três fotografias e uma instalação feita em homenagem à Josephine Cochrane, que em 1886 inventou a máquina de lavar louças. 

O projeto fala da experiência de um corpo que se reinventa e exige reinvenções para solucionar novos desafios. Uma reflexão sobre a compulsão, criatividade, individualidade, determinação e perfeccionismo.

No dia da inauguração a artista realiza uma performance no espaço.

A exposição fica até 24 de abril.

Crédito:(Divulgação/Eu, Josephine)

 

Quase noite de Thaís Beltrame fecha as exposições inauguradas dia sete de abril.

A instalação, formada por uma pequena estrutura motorizada com desenhos criados especialmente para a mostra, projeta sombras na parede da Casinha da Oficina Cultural, estimulando o olhar poético e lúdico do público em uma experiência imersiva na obra.

 

//28 de abril // Abertura às 16h

Ainda arde, da artista Vera Martins, mostra o resultado de um trabalho que teve início em 2017, quando foi convidada a ir à Portugal participar da Bienal Internacional de Cerveira.

Durante o evento, ela deu início a uma obra que contou com a participação do público. Ela finalizou a pintura meses depois, período em que permaneceu no país e presenciou a tragédia das queimadas, vendo famílias perdendo casas, plantações e familiares que não escaparam do fogo.

A tela, que iniciou na Bienal, foi afetada pela tragédia e deu origem aos trabalhos que serão expostos na mostra. 

No dia da abertura, a artista realiza uma livingpaiting em conjunto com um dançarino da São Paulo Cia. de Dança.

Crédito:(Divulgação/Ainda arde)

A exposição fica até 31 de maio. 

 

  • Oficina Cultural Oswald de Andrade - Rua Três Rios , 363 - Bom Retiro, São Paulo
    (11) 3222-2662 / (11) 3221-4704
    + Ver mapa
  • 07/04/2018 a 30/06/2018
  • Segunda a sexta: 9h às 21h. Sábado: 10h às 18h.
  • Gratuito
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