"Jacy" critica o abandono das memórias dos idosos

  •  (Crédito: Daniel Torres)
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    (Crédito: Daniel Torres)

    Nascida em 1920, Jacy se apaixonou por um capitão americano durante a 2ª Guerra Mundial. Depois disso, fugiu para o Brasil, onde viveu as tensões da Ditadura Militar e o renascimento da democracia do nosso país. Na primeira década de 2000, morreu sozinha no Rio Grande do Norte. No meio de toda essa história, a personagem perdeu uma frasqueira com radiografias e uma agenda telefônica, que foram encontradas na Av. Prudente de Morais, em Natal. 

    Os pertences chegaram às mãos do Grupo Carmin em 2010, que os transformou numa peça documental, a qual chega a São Paulo após quase 10 anos na estrada. Jacy fica em cartaz no Sesc Pinheiros, de 19 de janeiro a 18 de fevereiro, com ingressos de R$ 7,50 a R$ 25

    A peça foi escrita por Iracema Macedo e Pablo Capistrano, que assina a dramaturgia ao lado de Henrique Fontes, diretor da obra. A forma como a sociedade brasileira trata os mais velhos é um dos temas que ronda o espetáculo. Jacy critica a cultura de supervalorização dos mais jovens e aborda a ausência de políticas públicas efetivas para os idosos. A partir disso, a protagonista surge como representante dos que veem suas histórias abandonadas.

     

    • Sesc Pinheiros - Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros , São Paulo
      (11) 3095-9400
      + Ver mapa
    • 19/01/2017 a 18/02/2017
    • Quinta a sábado: 20h30.
    • R$ 25 (inteira), R$ 12,50 (meia) e R$ 7,50 (credencial plena do Sesc).
    • Classificação: 12 anos.
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