Coletivo de Homônimos retrata o limbo da morte em estreia

LIMBO, montagem integrante da programação do projeto Teatro Mínimo do Sesc Ipiranga em 2016, reestreiou no Club Noir, onde fica em cartaz até 4 de abril.

Escrita há três anos por Alexandre França mostra um homem e uma mulher convivendo no que, provavelmente, seria um quarto de hospital. Em uma narrativa muito peculiar, a história desse homem vai se misturando a uma série de outros episódios, que retratam a fase terminal de um paciente com câncer.

 

Cena de "Limbo" (Créditos: Divulgação)

 

A peça marca a fundação do Coletivo de Heterônimos e busca investigar o mecanismo formador de identidades e em como ele age diariamente na vida social.

“Levo para o texto o que eu imagino que seja o fim de uma vida. Imagens passando na cabeça, de maneira desordenada e narrativas ganhando novos significados. A ideia de limbo é justamente trabalhar com a despossessão das coisas, dos conceitos e sentimentos. Pegamos uma doença como o câncer, que normalmente causa choro e tristeza e a colocamos numa situação em que o público ri, mesmo não sabendo se deveria rir daquilo”, explica Alexandre.

  • Club Noir - Rua Augusta, 331 - Consolação, São Paulo
    (11) 3255-8448
    + Ver mapa
  • 06/03/2017 a 04/04/2017
  • Segunda e terça: 21h.
  • Inteira: R$ 20. Meia: R$ 10.
  • Classificação: 16 anos.
Comentários
Escola Entrópica no Instituto Tomie Ohtake Museu de Arte Moderna de São Paulo